Desde a primeira versão Beta do Ubuntu Hardy Heron (8.04) venho testando e me sentindo cada vez mais satisfeito com essa distribuição Linux. Dentre algumas novidades dessa versão do Ubuntu podemos destacar algumas coisas:
PulseAudio agora é o sistema de som padrão de algumas aplicações, substituindo o ALSA.
O PolicyKit provê uma nova interface de administração de permissões do sistema, permitindo que algumas funções administrativas do sistema seja acessadas por usuários comuns.
O internet browser padrão do Hardy Heron é o Firefox 3 Beta, que conta com um consumo de memória otimizado apesar de ainda ser uma aplicação em fase Beta.
Pra fortificar ainda mais o artigo anterior sobre interface gráfica, mostro hoje o Olive um GUI para o bzr. Então se você ainda não se habituou a usar linha de comando ou prefere interfaces gráficas, está aí a dica.
Eu particularmente ainda prefiro o método convencional usando linha de comando. Mas nada impede você de utilizar ambos métodos, por exemplo, a visualização de “diffs” é mais agradável pelo Olive.
É normal encontrar alguns usuários de pc reclamarem que não utilizam Linux porque o mesmo precisa de usar linha de comando sempre. Linux tem interface gráfica e bem melhor de que alguns sistemas proprietários diga-se de passagem. Essa falta de informação faz com que muitos nem cheguem perto de Linux ou que alguns deles criem uma imagem negativa do sistema operacional do pinguim. Claro que a utilização da linha comando pode ser bem mais funcional e útil, economizando assim muitos cliques que você usaria pra alcançar seu objetivo.
Foi se o tempo que a tela preta com letras brancas (ou verdes =D) era sinônimo de Linux, Unix e afins. Fazendo algumas comparações rápidas posso citar vários aplicativos correspondentes ao seu sistema operacional predileto (ou não):
Bom, eu poderia ficar horas fazendo comparações desse tipo, mas é uma enorme perda de tempo não é mesmo?! Se você quiser saber mais sobre isso visite este link. Talvez por causa desse raciocínio de que Linux não é amigável o bastante para ser utilizado como Desktop e “blá blá blá” você acaba por não conhecer um alternativa ao que é imposto como padrão e talvez não te satisfaça da maneira que você espera. É claro existem os mais puritanos que não se aventuram em novas praias e vivem estagnados na mesma coisa pelo resto de sua vida, onde não tem a oportunidade de escolher algo que se adapte melhor as suas necessidade. Está mais que comprovado que Linux não é para todos.
Ao fim deixo pra você um vídeo agradável com uma demonstração de um Desktop Linux “vivo e se mexendo”. Abraço especial ao meu amigo Marco Antônio que me deu inspiração para escrever este artigo. Perguntinha rápida pra vocês leitores: você comprou a famosa licença do seu software?